Totalmente on-line, sob o tema geral “Perspectivas Globais da Medicina de Emergência”, ocorreu de 13 a 17 de abril, o VII Congresso Brasileiro de Medicina de Emergência, paralelamente ao III Congresso Brasileiro de Enfermagem de Emergência.

A abertura oficial teve à mesa Marcus Vinicius Melo de Andrade, presidente do Congresso 2021, a vice-presidente da Abramede, Maria Aparecida Braga, representando o presidente Hélio Penna Guimarães, acompanhados de César Eduardo Fernandes, presidente da Associação Médica Brasileira, Cláudia Navarro, primeira vice-presidente do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais, do presidente do Sindicado dos Médicos de Minas Gerais, Fernando Mendonça, da coordenadora da Comissão de Enfermagem da Abramede, Daniela Morais, de Donizetti Dimer Giamberardino Filho, do Conselho Federal de Medicina, e Fábio Augusto de Castro Guerra, presidente da Associação Médica de Minas Gerais.

Maria Aparecida Braga pondera que “utilizar o atendimento de emergência como infraestrutura de entrega compartilhada apresenta oportunidades para aumentar a eficiência no tratamento de condições sensíveis ao tempo e à prevenção secundária, por sua capacidade de promover a detecção precoce de doenças e aprimorar a coordenação do atendimento.

O presidente da Abramede, Hélio Penna, argumenta que a especialidade ocupa ponto de acesso da mais alta relevância ao sistema de saúde. Papel que cresce e traz mais responsabilidade nestes dias de Covid-19:

“Estamos vivendo um momento que nenhum emergencista imaginou viver antes em sua atividade profissional”, registra. “O empenho e dedicação dos profissionais emergencistas brasileiros tem sido exemplar na pandemia, organizando fluxos, brigando por condições de trabalho adequadas e equipamentqos de proteção pessoal individual. Temos trabalhado ainda com geração e disseminação de conteúdo e técnicas de aprimoramento, enfrentando de frente o grave problema com maturidade. A Medicina de Emergência brasileira foi obrigada a saltar da infância para a vida adulta na pandemia, sem passar pela adolescência, e se supera a cada dia”.

Aliás, o presidente da Associação Médica Brasileira, foi outra voz a exaltar o quando a especialidade tem feito diferença na crise sanitária, além da entrega competente dos médicos emergencistas.

“São colegas que estão na linha de frente firmes, prontos para qualquer dificuldade. Em regra, expõem a própria saúde e vida para cuidar dos nossos, de todos nós. Tem de ser valorizados cada vez mais e a eles deve ser oferecida todos os insumos e equipamentos de segurança e melhor prática”. César Fernandes também destaca o papel fundamental que a Abramede exerce atualmente, por intermédio do presidente Hélio Penna, no Comitê Extraordinário de Monitoramento Covid_AMB, o CEM_AMB, que monitora a pandemia permanentemente e transmite orientações a todos os médicos e aos cidadãos do País.

Fonte: AMB

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